A HTC anunciou nesta segunda-feira que em 2012 dividirá seus investimentos igualmente entre os mercados emergentes e os desenvolvidos, como Estados Unidos e Europa, e que planeja retornar ao mercado de tablets com um novo modelo, no ano que vem. A quarta maior fabricante mundial de celulares inteligentes também declarou "estar aberta" a aquisições de patentes a fim de ganhar força nas batalhas judiciais com a Apple, mas não tem planos específicos quanto a isso no momento. Peter Chou, o presidente-executivo da HTC, disse em conversa a jornalistas que a HTC não abandonaria sua imagem de "marca premium" por meio do lançamento de celulares baratos nos mercados emergentes. "Os clientes estão dispostos a pagar mais, e é por isso que quase quintuplicamos nossas vendas na China neste ano. Isso demonstra que os compradores apoiam nossa filosofia", afirmou. A empresa lançou apenas um modelo de tablet até o momento, em fevereiro, optando por se concentrar nos celulares. Mas Chou disse que o mercado está sendo observado. "É um mercado que gostaríamos de testar para ver se podemos nos diferenciar e evitar um produto 'eu também'", disse o executivo. A HTC é uma das maiores fabricantes mundiais de aparelhos equipados com o sistema operacional Google Android. Eric Schmidt, presidente do conselho do Google, visitará Taipei na quarta-feira e deve conversar com fornecedores locais, mas Chou disse que estará na China e não poderá se encontrar com o norte-americano. A HTC está envolvida em uma ferrenha disputa de patentes com a grande rival Apple, que abriu diversos processos por violação de patente contra a companhia taiuanesa nos últimos dois anos. Os processos se relacionam em parte ao Android. Na segunda-feira passada, a HTC alertou que suas vendas no quarto trimestre, tradicionalmente um período forte para os celulares inteligentes, ficariam abaixo do trimestre precedente e das projeções dos analistas, devido à concorrência mais intensa e aos cortes de gastos pelos consumidores que enfrentam dificuldades.
Com Informações: Reuters Brasil
HCom tem novos reforços. Da esquerda Guilherme, diretor de arte, ao meio, Bruno, arte finalista e Fernando, WEB.
Reclamações feitas pelo Twitter não são muito mais eficientes do que as feitas ao Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor). São extremamente mais eficientes. As redes sociais têm sido cada vez mais utilizadas pelos consumidores que se sentem lesados. E a estratégia fez as empresas se mexerem, tanto que leva entre 5 minutos e 2 horas para responderem a alguma reclamação vinda do Twitter. No Procon, a resposta vem em, no mínimo, um mês, de acordo com um levantamento feito pela Folha de S.Paulo. O Estadão.com.br fez as contas e descobriu que a rede de microblogs é 8,4 mil vezes mais eficaz do que o órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania. Se o cliente preferir o Facebook, ainda sairá ganhando, pois o site tem um índice de eficiência até 1,4 mil vezes melhor do que o Procon. No Twitter, a resolução do problema vem em até 24 horas. No Facebook, a resposta da empresa leva de 30 min. a 6 horas e a resolução também demora até 24 horas. Por outro lado, os chats convencionais demoram, em média, cinco dias úteis para responder e a resolução pede mais cinco dias úteis. Os SACs têm a mesma quantidade de dias. Já no Procon, a resposta demora até um mês, sendo que não há prazo para a resolução do problema.
Fonte: Adnwes
Editora McGraw Hill
Al Ries e Jack Trout
Pesquisa realizada na Universidade da Califórnia e na George Washington University, nos EUA, mostra que diferentes estratégias de propaganda evocam níveis de atividade cerebral diversos nas regiões responsáveis pela interpretação e tomada de decisão. A descoberta demonstra como a preferência por produtos e serviços pode ser influenciada pela ação publicitária. O estudo foi publicado no periódico Journal of Neuroscience, Psychology and Economics. De acordo com os pesquisadores, as propagandas são apresentadas de duas formas. Uma delas é chamada de "persuasão lógica" (PL). Por esta estratégia, os publicitários recorrem a dados do produto na expectativa de convencer o consumidor. Exemplo disso é um anúncio que divulga que um carro tem autonomia de 17 quilômetros por litro de gasolina. A segunda maneira se chama "influência não racional" (IN). É o tipo de propaganda que tenta, não convencer, mas sim seduzir o consumidor. Por esta tática, em vez de vantagens comparativas, o anúncio pode associar o veículo a, por exemplo, mulheres bonitas. No estudo, 24 adultos saudáveis - 11 mulheres e 13 homens - observaram 24 propagandas de jornais e revistas enquanto um aparelho media a atividade cerebral. Anúncios do tipo "persuasão lógica" incluíam tabelas, imagens e detalhes sobre escovas de dente ou sugestões para selecionar comida para cães, por exemplo. Já os anúncios do tipo "influência não racional" incluíam imagens de mulheres atraentes vestindo roupas justas. Os especialistas das universidades americanas descobriram que as diferentes estratégias provocam diferentes níveis de atividade cerebral. As regiões do cérebro responsáveis pela tomada de decisão e processo emocional ficam mais ativas quando indivíduos assistem às propagandas que usam a lógica persuasiva. Anúncios que usam a influência não racional evocam atividades cerebrais menos intensas. "Os resultados mostram que alguns publicitários, em vez de persuadir, querem mesmo é seduzir os consumidores a comprar os produtos", disseo psiquiatra Ian Cook, chefe da pesquisa . De acordo com ele, os resultados sugerem que o baixo nível de atividade provocado por propagandas do tipo "influência não racional" podem levar a um comportamento menos inibido: o consumidor teria menos resistência a comprar os produtos anunciados. Já as imagens de persuasão lógica estão consistentemente ligadas às maiores atividades das regiões do cérebro envolvidas na tomada de decisão e interpretação emocional. Se o estímulo é maior, mais conscientes somos sobre determinado anúncio.
Fonte: Veja
Novo filme de lançamento da coleção Primavera-verão Apolo.
Uma vez ouvi dizer que ao escolher alguém para compartilhar os lençóis, uma das coisas mais importantes era encontrar uma pessoa com quem se goste de conversar, porque "um dia será a única coisa que você irá fazer".
Embora pareça um adágio digno de almanaque, a citação guarda uma grande sabedoria e mostra o quanto a comunicação é importante, até para a manutenção da nossa existência. Sim, porque existimos quando nos relacionamos e os relacionamentos, em quaisquer níveis acontecem com a palavra exercida e exercitada.
Devaneios filosóficos à parte, da mesma forma, as empresas e produtos de sucesso já aprenderam que devem se relacionar com o mercado de maneira mais próxima e duradoura. Não um relacionamento qualquer, daqueles de balada, passageiro.
As marcas devem ser belas, simpáticas, apaixonantes para entrarem na mente e no coração das pessoas e encantá-las de um jeito que as seduza e promova relacionamentos duradouros e saudáveis.
E aí entra o poder da comunicação. Através dela você diz o que você é, da maneira certa, na medida certa, pelos canais certos. Uma comunicação, pensada, original, planejada (como uma boa cantada) ninguém resiste. É aquele sussurro ao pé do ouvido que arrepia, aquela mensagem perfumada que chega quando você não está esperando.
A comunicação bem feita dá à marca uma aura luminosa. Brilha aos olhos do consumidor. Ninguém sai ileso.
Uma comunicação alinhada com os propósitos e características do produto é casamento na certa.
E com o respeito, agrado e atenção, feliz para sempre.
Luiz Alberto Machado - redator da HCom
As mídias sociais, especialmente o Facebook têm se mostrado ferramentas muito poderosas de marketing. Com este recurso, a HCom desenhou uma estratégia onde foram disparados e-mail mkt/teaser e publicados anúncios em jornais convidando o leitor para uma experiência diferente. Na mecânica, um click leva direto à Fan Page da WPrime e lá a empresa mostra um pouco da sua história, através de um vídeo, e muitas fotos de seus produtos. www.experimenteserdiferente.com.br
Com o conceito "sua vida vai ganhar nova perspectiva", a HCom criou folder para divulgação do edifício Saint Teresa, empreendimento da Incorposul. Ao abrir o folder a imagem do prédio ganha, literalmente, outra perspectiva, se aproximando do leitor. Uma forma original de comunicar, com a intenção de que a peça não seja descartada e fique mais tempo com o futuro comprador/prospect.